quarta-feira, 28 de junho de 2017

Burla e consumo de drogas leva oito indivíduos às celas em Maputo

Oito cidadãos encontram-se a contas com a Polícia da República de Moçambique (PRM), em Maputo, acusados de burlar a uma cidadã, a qual prometeram emprego mediante o pagamento de dinheiro e prestação de favores sexuais, bem como por alegado consumo de estupefacientes.

Do referido grupo, dois indivíduos enganaram uma senhora que tentou arranjar trabalho a todo custo.

A vítima disse que desembolsou três mil meticais como condição para conseguir o presumível emprego, mas, de repente, um dos dois indiciados exigiu que ela mantivesse relações sexuais com eles.

Banhado em lágrimas, como que mostrar arrependimento, um dos indivíduos implicado no caso admitiu ter exigido dinheiro e troca de favores sexuais à cidadã. “Prometi a ela emprego e troca de dinheiro e sexo, mas ela só me deu 500 meticais”.

O outro suspeito negou o seu envolvimento no crime e alegou que ficou surpreso quando o amigo lhe aconselhou a fugir ao se aperceber da presença da Polícia.

Os acusados encontram-se a ver o sol aos quadradinhos na 14a esquadra da PRM, onde aguardam pelo desfecho dos trâmites legais do processo movido pelas autoridades.

Ainda em Maputo, seis indivíduos, dos quais duas mulheres, caíram igualmente nas mãos das autoridades policiais, acusados de consumo de drogas.

Na posse dos visados, foram aprendidas várias quantidades de cannabis sativa, vulgo soruma, durante uma operação que teve lugar nos bairros de Luís Cabral e Mafalala.

Uma das cidadãs disse que foi presa injustamente. Segundo contou, ela é trabalhadora da residência onde a Polícia a encontrou. “Eu não sabia que os donos da casa vendiam drogas e a Polícia não permitiu chamar o donos da casa para que pudessem se explicar. Não sei em que lugar a tal droga foi encontrada dentro de casa”, defendeu-se a cidadã, mas a PRM acredita que as declarações da visada são falsas.

Uma outra cidadã implicada no mesmo caso admitiu que detinha soruma, mas em quantidades insignificantes. O restante da droga que a Polícia alega que lhe pertence não é sua.

Os outros integrantes do mesmo grupo assumiram que são consumidores de estupefacientes. Porém, também disseram que não sabem de onde vem a droga, em quantidades significativas, que os agentes da PRM exibiram à imprensa.



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